A Uefa decidiu não abrir investigação sobre a reclamação do Barcelona após o lance que gerou polêmica na ida das quartas de final da Champions League.
uefa — O clube de Lamine Yamal protocolou recurso alegando toque de mão de Pubill dentro da área, depois que o goleiro Musso já havia cobrado o tiro de meta; confira o vídeo e análise no texto e em links internos como Lyon perto da venda: Ares e Michele Kang se mostram interessados.
UEFA e o caso do penalti nao marcado
O lance ocorreu aos nove minutos do segundo tempo no Camp Nou, quando o Barcelona já jogava com um atleta a menos pela expulsão de Cubarsí.
Na visão do clube, árbitro István Kovács e o VAR teriam agido contra os regulamentos em vigor, motivando a queixa do Barcelona e o pedido de apuração.
Repercussão e o posicionamento da Uefa
A entidade europeia, porém, classificou a reclamação como “inadmissível” e anunciou que não dará seguimento à investigação sobre a partida entre Barcelona e Atlético de Madrid.
O clube alegou que decisões arbitrárias têm prejudicado sua competitividade em edições recentes da Champions, mas a Uefa manteve a decisão de arquivar o pedido.
O que está em disputa na Champions e o papel do VAR Champions
Especialistas consultados destacam que o principal ponto técnico é se o toque de Pubill ocorreu em situação que invalidaria o reinício homologado pelo árbitro e pelo VAR.
Embora o vídeo mostre a bola tocando a mão do defensor, a Uefa considerou insuficiente a base para reabrir o caso sobre o penalti nao marcado.
O episódio reacende debates sobre uniformidade nas decisões e transparência nas comunicações da arbitragem europeia.
Em campo, o resultado foi Barcelona 0 x 2 Atlético de Madrid, e o clube culé insiste que decisões semelhantes têm gerado prejuízo comparativo.
Ao todo, a Uefa considerou a reclamação formalizada pelo Barcelona como inadmissível e não abriu a investigação solicitada.
Uefa reafirmou o arquivamento do caso, encerrando temporariamente a jornada de contestação do Barcelona sobre o lance em Camp Nou.
