Dólar cai mais de 1% e fecha a R$ 5,16 com expectativa de cessar-fogo no Irã

Moeda americana recua com otimismo no mercado global após sinais de possível fim do conflito no Oriente Médio
Moeda americana recua com otimismo no mercado global após sinais de possível fim do conflito no Oriente Médio
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Dólar fecha em queda de 1,52% e encerra o dia a R$ 5,16 com expectativa de cessar-fogo no Irã e fortalecimento do real.

O dólar hoje encerrou a sessão desta segunda-feira (9) em forte queda frente ao real, refletindo o clima de otimismo nos mercados globais. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,1641, com recuo de 1,52% no mercado à vista. :contentReference[oaicite:0]{index=0}

A desvalorização ocorreu em meio à expectativa de um possível cessar-fogo no conflito entre Estados Unidos e Irã, que vem influenciando diretamente o humor dos investidores ao redor do mundo.

Declarações sobre guerra no Irã influenciam mercado

O movimento do câmbio ganhou força após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito pode estar próximo do fim.

Segundo o líder norte-americano, a guerra contra o Irã estaria “praticamente concluída”, o que trouxe alívio aos mercados internacionais e impulsionou ativos de risco. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

Com a perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio, investidores passaram a buscar mercados emergentes, favorecendo moedas como o real brasileiro.

Dólar também recua no exterior

O movimento de queda não ocorreu apenas no Brasil. O DXY, índice que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas globais, também registrou leve recuo durante a sessão.

Esse indicador compara o dólar com divisas importantes como euro, libra esterlina e iene japonês, servindo como referência para o comportamento da moeda no cenário internacional.

Petróleo e fluxo financeiro ajudam o real

Outro fator que contribuiu para o fortalecimento do real frente ao dólar foi o comportamento do mercado de commodities.

O preço do petróleo apresentou forte valorização no mercado internacional, o que beneficia países exportadores de matérias-primas como o Brasil.

Com a alta das commodities e o diferencial elevado de juros no país, o fluxo de capital estrangeiro tende a favorecer a moeda brasileira, pressionando a cotação do dólar para baixo.

Ibovespa também reage positivamente

O otimismo global também impactou a bolsa brasileira. O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em alta e voltou a superar os 180 mil pontos. :contentReference[oaicite:2]{index=2}

Analistas avaliam que, apesar do alívio momentâneo nos mercados, o cenário internacional ainda pode provocar volatilidade nas próximas semanas.

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